8 de out. de 2010
VOLUNTARIADO
Trabalho voluntário é toda atividade desempenhada no uso e gozo da autonomia do prestador do serviço ou trabalho, sem recebimento de qualquer contraprestação que importe em remuneração ou auferimento de lucro.
O trabalho voluntário tem se tornado um importante fator de crescimento das Organizações Não Governamentais, componentes do Terceiro Setor. É graças a esse tipo de trabalho que muitas ações da sociedade organizada têm suprido o fraco investimento ou a falta de investimento governamental em educação, saúde, lazer etc.
Atualmente existem diversas organizações que se utilizam do trabalho voluntário de milhares de pessoas, não só no Brasil como em todo o mundo. Bons exemplos de organizações internacionais são: a Cruz Vermelha" e o Serviço Voluntário Internacional do Brasil [1] que tem ramificações em vários países. O SVI Brasil é o representante no país de um movimento pacifista mundial que desde 1920 promove o intercâmbio de serviços voluntários.
Uma forma de trabalho voluntário com a participação de milhões de pessoas é a computação voluntária, em que indivíduos instalam sistemas em seus computadores pessoais para colaborar em projetos científicos
O trabalho voluntário, ao contrário do que pode parecer, é exercido de forma séria e muitas vezes necessita de especialização e profissionalismo ", já que empresas de toda sorte, como hospitais, clínicas, escolas etc precisam do auxílio de profissionais formados em várias áreas. Em Portugal o exemplo mais antigo e importante é representado pelas Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários,pilar fundamental do exercício "Vida por Vida".
doando capacidade ociosa dos mesmos.
TRABALHO VOLUNTARIO
Amigos da escola:
O Amigos da Escola é um projeto social brasileiro fundado pela Rede Globo, em agosto de 1999, que visa fortalecer a rede pública de ensino básico.
O Amigos da Escola é um projeto social brasileiro fundado pela Rede Globo, em agosto de 1999, que visa fortalecer a rede pública de ensino básico.
Descrição do projeto
Fundado pela Rede Globo, em agosto de 1999, o projeto Amigos da Escola tem apoio, principalmente, do Faça Parte, do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O objetivo do projeto é beneficiar o ensino público através do serviço voluntário. Nesse contexto, a proposta é a mobilização pessoal e a divulgação de escolas interessadas por meio da televisão, além da promoção das boas experiências do projeto em espaços jornalísticos da Rede. Por outro lado, é bem esclarecido que o Amigos da Escola não participa do processo de seleção ou de capacitação dos voluntários, além de não pedir ou oferecer contribuições financeiras.Dias temáticos
Os dias temáticos são parte importante dO Amigos da Escola é um projeto social brasileiro fundado pela Rede Globo, em agosto de 1999, que visa fortalecer a rede pública de ensino básico.
Descrição do projeto
Fundado pela Rede Globo, em agosto de 1999, o projeto Amigos da Escola tem apoio, principalmente, do Faça Parte, do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O objetivo do projeto é beneficiar o ensino público através do serviço voluntário. Nesse contexto, a proposta é a mobilização pessoal e a divulgação de escolas interessadas por meio da televisão, além da promoção das boas experiências do projeto em espaços jornalísticos da Rede. Por outro lado, é bem esclarecido que o Amigos da Escola não participa do processo de seleção ou de capacitação dos voluntários, além de não pedir ou oferecer contribuições financeiras.Dias temáticos
Os dias temáticos são parte importante do projeto, pois servem de mobilização às escolas participantes em todo o Brasil. São escolhidos temas relevantes à sociedade, sendo organizadas atividades especiais. Em 2006, o assunto central era educação, ética e cidadania, sendo estimada a participação de 70.000 pessoas nos quatro dias temáticos. No ano seguinte, o tema foi repetido e o número de dias temáticos aumentado para seis.Participantes
O projeto conta com mais de 30.000 escolas públicas cadastradas para o recebimento de voluntários, estando presente em todas as unidades da Federaçãoo projeto, pois servem de mobilização às escolas participantes em todo o Brasil. São escolhidos temas relevantes à sociedade, sendo organizadas atividades especiais. Em 2006, o assunto central era educação, ética e cidadania, sendo estimada a participação de 70.000 pessoas nos quatro dias temáticos. No ano seguinte, o tema foi repetido e o número de dias temáticos aumentado para seis[1].Depressão materna e o impacto no bebe
Ninguém pode negar a importância da presença da mãe para o desenvolvimento e crescimento, em todos os aspectos, da criança. A mamãe precisa ter energia física e psíquica para acompanhar todas as etapas da vida do seu filho, protegendo-o, traduzindo o mundo e satisfazendo as necessidades da criança.
A mamãe é a pessoa que dá a oportunidade do bebê conhecer o mundo, oferecendo o equilíbrio que a criança precisa para organizar todas as novidades que chegam diariamente.
Se a depressão materna acontece, principalmente se ocorrer na infância ou adolescência dos filhos, um grande impacto no comportamento e intelecto recai sobre essas crianças.
Desde o nascimento, o bebê precisa da ajuda da mamãe para conseguir sentir-se seguro, confiante e poder se desenvolver motor e cognitivamente. Uma mãe depressiva nessa época torna-se ausente e empobrecida de estímulos para seu filho.
O bebê já demonstra irritação com essa atitude depressiva, sendo um bebê choroso, tendo mais diarréia que um bebê com uma mãe não depressiva, não tem um contato visual constante com sua mãe ou com estranhos. A interação desse bebê com o mundo é precária e ele se identifica mais com o rosto de alguém triste do que com um alegre. Viu como um problema da mãe pode gerar tanto nó na cabecinha do bebê?
Futuro depressivo - Uma criança que tem a mãe depressiva tem maiores chances de desenvolver alterações emocionais, uma depressão, por exemplo, assim como a mãe.
Essas mamães têm problemas de impor limites: às vezes são permissivas demais e outras rígidas demais. Essa dificuldade faz com que as crianças, principalmente entre os 18 e 42 meses, tenham dificuldade de se relacionar com seus amiguinhos, criando relações inseguras e desorganizadas, com problemas claros de comportamento.
Alguns estudos realizados demonstram maiores índices de dificuldades escolares, seja por déficit de atenção ou distúrbio de aprendizagem, maior comportamento de risco e maior número de acidentes com os filhos de mães depressivas.
Um grupo de pesquisadores publicou um artigo na revista Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry em janeiro de 2007 relatando o comportamento de adolescentes cujas mães apresentavam episódios depressivos. Verificou-se maior número de usuários de drogas ilícitas, iniciação precoce da atividade sexual e maiores taxas de abandono escolar.
Os filhos, desde pequeninos, espelham-se bastante no comportamento materno. Proteção, acolhimento, apoio e correção colocados pela mãe são cruciais na formação e consolidação da personalidade das crianças.
Dicas
O apoio da família, terapêutico e social é importante para que as mães depressivas possam exercer sua função de protetora.
Um pai presente pode amenizar os riscos negativos que a depressão materna acarreta na vida dos filhos.
Quanto antes a depressão for tratada, menor será o impacto no desenvolvimento das crianças.
Bruno Rodrigues
O apoio da família, terapêutico e social é importante para que as mães depressivas possam exercer sua função de protetora.
Um pai presente pode amenizar os riscos negativos que a depressão materna acarreta na vida dos filhos.
Quanto antes a depressão for tratada, menor será o impacto no desenvolvimento das crianças.
Paternidade
Paternidade
Muitas gestantes ainda se referem à gravidez com exclusividade, utilizando-se de expressões que, consciente e inconscientemente, transmitem a mensagem que são questões puramente femininas, como se o homem fosse apenas continente de suas angústias e ansiedades e, paradoxalmente, ressentem-se pela indiferença de seus parceiros.
Tais atitudes refletem posturas ancestrais quando, de fato, o homem era excluído da relação e sua participação terminasse no momento em que o bebê era concebido.
Felizmente os tempos mudaram, e o que vemos atualmente é que cada vez mais aumenta o número de homens que desejam participar ativamente do processo da paternidade, constituindo-se num elemento-chave indispensável da equação pré-natal. Assim, não se considera apenas a mulher grávida, mas o casal grávido.
Durante os meses de gestação, o feto ouve a voz paterna e percebe a influência que exerce em sua mãe, através dos batimentos cardíacos, produção hormonal e corrente sangüínea. Tudo quanto afeta positiva e negativamente sua mãe, afeta-o também e as questões conjugais entram em jogo com um grande peso, já que são as que mais atingem emocionalmente a gestante.
A voz paterna é tão importante para a criança que se o pai se comunicar com ela ainda in útero, a criança é capaz de reconhecê-la e de reagir, logo ao nascer. Assim, se por qualquer obstáculo mãe e bebê são separados após o nascimento, e se a mãe estiver impossibilitada de acompanhar sua recuperação, o pai deve assumir e estabelecer contato com ele para que não perca seus referenciais intra-uterinos, podendo sentir-se novamente em segurança.
É' verdade que fisiologicamente o homem está em desvantagem, já que quem gesta o bebê é a mulher, porém, se ela puder ajudá-lo e conseguir introduzi-lo nesta relação tão íntima, fazendo-lhe um lugar, este pai poderá assumir a função que lhe é de direito e de amor e o vínculo paterno-filial irá se fortalecendo com o passar do tempo, aumentando seu envolvimento e prazer em acompanhar o desenvolvimento da gestação.
No exato instante em que a mulher anuncia ao homem que está grávida, implicitamente anuncia o nome de família que esta criança terá. O impacto da notícia depende da história do casal e do tipo de relação que une o homem e a mulher, que pode ter vários efeitos, desde uma felicidade extrema e compartilhada, até separações, afastamentos e conflitos.
O modo como o homem vivencia a gravidez é diferente da mulher. Mesmo as emoções, apesar de as mesmas, também são vivenciadas diferentemente. E é por isso que as gestantes não compreendem e até se ressentem quando seus parceiros não se manifestam com a intensidade esperada, inclusive quando a gravidez foi planejada e desejada por eles.
Em primeiro lugar, porque desejar um filho é completamente diferente de se projetar como pai. E isto é válido também para a mulher. Enquanto o desejo de um filho situa-se no plano da fantasia, onde todas as expectativas são idealizadas, projetar-se como pai remete-o à realidade das responsabilidades que deverão ser assumidas e pelas quais também se percebe inseguro e despreparado.
Em segundo lugar, porque também se encontra em estado regressivo, quando os conflitos infantis, conscientes e inconscientes, são reatualizados, principalmente no tocante à relação com os pais de origem, em especial, com a figura paterna.
Embora o homem e a mulher contribuam igualmente para a concepção do filho, é a mulher que vai vivenciar as transformações físicas e sentir o bebê crescer dentro de seu corpo. Isto causa muita inveja e ciúme no homem por não poder participar diretamente da díade mãe-bebê, o que pode levá-lo a sentir-se excluído da relação.
Para se fazer um lugar, produzem-se os sintomas que são expressões inconscientes desse desejo. Aparecem, então, sensações semelhantes às da mulher, como aumento de apetite, problemas digestivos, intestinais, aumento de sono... Muitas vezes procura inteirar-se de todas as informações possíveis sobre a gravidez, parto e puerpério, como também de captar a cada instante os movimentos fetais, colocando a mão no ventre da parceira.
Outros homens excluem-se da relação, como se não pudessem ou devessem ter acesso à gravidez. Culturalmente, ainda se lhes encontra enraizado que a demonstração de ternura e os cuidados para com um bebê vão contra o conceito de masculinidade.
Outros, ainda, sentem-se incompreendidos e desamparados em suas angústias e ansiedades, pois também se percebem fragilizados, cheios de dúvidas e com medodo futuro e, sem ninguém para ouvi-los, uma vez que o ambiente mais próximopermanece voltado apenas para a gestante, saem em busca de amigos, ficandocada vez mais afastados do ambiente doméstico, e o que é pior : sofrendo sozinhos.
Mas a psicologia pré-natal, com seus estudos cada vez mais avançados, tem demonstrado claramente a importância para o feto do contato precoce com a figura paterna. Quanto mais cedo o vínculo é formado, tanto pelo contato físico no ventre da mulher quanto pela emissão de palavras, maiores benefícios emocionais trarão após o nascimento, pois o bebê necessita tanto dos cuidados maternos quanto dos paternos, visto ser receptivo e sensível a estes, principalmente se tiveram início na vida intra-uterina.
Como a criança já guarda lembranças na vida pré-natal e é capaz de retê-las, a ligação profunda e intensa pai-feto é essencial para o continuum do vínculo pós-nascimento. Este pai, então, deixa de ser mero provedor para compartilhar dos cuidados básicos com o bebê, bem como de sua educação e desenvolvimento físico-emocional.
Mas os limites de cada um devem ser respeitados. Há pais que por não conseguirem experienciar a troca de fraldas, assumem outras tarefas como dar banho, alimentar, levar a passear. Sendo assim, podem revezar com a mulher, deixando de sobrecarregá-la e de se sobrecarregar, ficando ambos mais disponíveis emocionalmente para o bebê. Além do contato com ele, o homem também tem uma função importante como companheiro, pois transmitindo amor e segurança à mulher, colaborará para que ela acolha mais intensamente seu próprio filho.
Muitos homens se decepcionam com a parceira e vice-versa, por não corresponderem ao ideal de pais que construíram, o que pode gerar novos conflitos ou romper um equilíbrio que já era frágil. Se as expectativas forem irreais, há de se refletir para encontrar um meio de reassegurar o bom entendimento, através de muita compreensão e de ajudas mútuas para sobrepujar as dificuldades que porventura surjam.
O reatamento das relações sexuais também são fonte de grande angústia do homem, visto ainda estar em estado regressivo. O temor de machucar a mulher ressurge com a mesma intensidade que na adolescência, o que causa grande insegurança na parceira por perceber este distanciamento como uma rejeição a si mesma.
Alguns homens se afastam da mulher por estarem ainda ressentidos pelo abandono sofrido durante todo o processo da gestação, o que lhes causou sentimentos de intenso ciúme e rivalidade para com o filho, tal como ocorrem quando nasce um irmão.
Outros, ainda, por sua história pessoal, modelos parentais ou culturais, vêem em suas parceiras apenas a imagem materna, o que tornam as relações sexuais inviáveis. Para outros, ao contrário, a parceira fica ainda mais sedutora, pois foi quem gestou seu filho, prova viva de sua virilidade.
A presença ou não do homem na sala de parto, é outra questão que surge e que depende do desejo e disponibilidade do futuro papai. Há homens que não se sentem à vontade para assistir o parto, pois além de revivenciarem a reatualização da angústia do próprio nascimento, teriam que suportar a culpa e responsabilidade, que muitas vezes surgem, ao se depararem com o que a parceira está vivenciando fisicamente. Outros assumem a tarefa sem dificuldade, funcionando como suporte emocional da mulher e de acolhimento ao bebê nesta sua vinda ao mundo aéreo.
Mas o direito de estar presente na sala de parto, não deve transformar-se em obrigação. Deve ser negociado entre o casal e decidido de comum acordo, o que é melhor para cada um.
Assim como a puérpera, o homem também experiencia a depressão pós-parto, temendo não ser capaz de assumir a nova família, de ser bom pai e, principalmente, temendo perder o lugar que tem junto à companheira, pois sabe que seu filho irá exigir toda sua atenção e cuidados nos primeiros meses.
Mas, essencialmente, o baby blues tem origem no trauma da angústia de separação da mãe e que se funda na cesura do cordão umbilical, no momento do próprio nascimento, que é reatualizado com profunda e intensa ansiedade.
De qualquer maneira, homem nenhum passa imune ao processo de gestação e do nascimento de um filho. Com a evolução dos estudos sobre a relação paterno-filial, desde a vida intra-uterina, muitos homens estão se conscientizando e assumindo a paternidade de modo mais responsável, valorizando a importância de sua participação na vinda e na vida de seus filhos.
Com isto, homens e mulheres poderão estabelecer vínculos mais solidários e sólidos, independentemente da sitiuação do vínculo afetivo, o que certamente irá produzir gerações futuras de crianças emocionalmente mais ajustadas, estáveis, seguras e, portanto, muito mais felizes.Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Psicóloga clínica
Muitas gestantes ainda se referem à gravidez com exclusividade, utilizando-se de expressões que, consciente e inconscientemente, transmitem a mensagem que são questões puramente femininas, como se o homem fosse apenas continente de suas angústias e ansiedades e, paradoxalmente, ressentem-se pela indiferença de seus parceiros.
Tais atitudes refletem posturas ancestrais quando, de fato, o homem era excluído da relação e sua participação terminasse no momento em que o bebê era concebido.
Felizmente os tempos mudaram, e o que vemos atualmente é que cada vez mais aumenta o número de homens que desejam participar ativamente do processo da paternidade, constituindo-se num elemento-chave indispensável da equação pré-natal. Assim, não se considera apenas a mulher grávida, mas o casal grávido.
Durante os meses de gestação, o feto ouve a voz paterna e percebe a influência que exerce em sua mãe, através dos batimentos cardíacos, produção hormonal e corrente sangüínea. Tudo quanto afeta positiva e negativamente sua mãe, afeta-o também e as questões conjugais entram em jogo com um grande peso, já que são as que mais atingem emocionalmente a gestante.
A voz paterna é tão importante para a criança que se o pai se comunicar com ela ainda in útero, a criança é capaz de reconhecê-la e de reagir, logo ao nascer. Assim, se por qualquer obstáculo mãe e bebê são separados após o nascimento, e se a mãe estiver impossibilitada de acompanhar sua recuperação, o pai deve assumir e estabelecer contato com ele para que não perca seus referenciais intra-uterinos, podendo sentir-se novamente em segurança.
É' verdade que fisiologicamente o homem está em desvantagem, já que quem gesta o bebê é a mulher, porém, se ela puder ajudá-lo e conseguir introduzi-lo nesta relação tão íntima, fazendo-lhe um lugar, este pai poderá assumir a função que lhe é de direito e de amor e o vínculo paterno-filial irá se fortalecendo com o passar do tempo, aumentando seu envolvimento e prazer em acompanhar o desenvolvimento da gestação.
No exato instante em que a mulher anuncia ao homem que está grávida, implicitamente anuncia o nome de família que esta criança terá. O impacto da notícia depende da história do casal e do tipo de relação que une o homem e a mulher, que pode ter vários efeitos, desde uma felicidade extrema e compartilhada, até separações, afastamentos e conflitos.
O modo como o homem vivencia a gravidez é diferente da mulher. Mesmo as emoções, apesar de as mesmas, também são vivenciadas diferentemente. E é por isso que as gestantes não compreendem e até se ressentem quando seus parceiros não se manifestam com a intensidade esperada, inclusive quando a gravidez foi planejada e desejada por eles.
Em primeiro lugar, porque desejar um filho é completamente diferente de se projetar como pai. E isto é válido também para a mulher. Enquanto o desejo de um filho situa-se no plano da fantasia, onde todas as expectativas são idealizadas, projetar-se como pai remete-o à realidade das responsabilidades que deverão ser assumidas e pelas quais também se percebe inseguro e despreparado.
Em segundo lugar, porque também se encontra em estado regressivo, quando os conflitos infantis, conscientes e inconscientes, são reatualizados, principalmente no tocante à relação com os pais de origem, em especial, com a figura paterna.
Embora o homem e a mulher contribuam igualmente para a concepção do filho, é a mulher que vai vivenciar as transformações físicas e sentir o bebê crescer dentro de seu corpo. Isto causa muita inveja e ciúme no homem por não poder participar diretamente da díade mãe-bebê, o que pode levá-lo a sentir-se excluído da relação.
Para se fazer um lugar, produzem-se os sintomas que são expressões inconscientes desse desejo. Aparecem, então, sensações semelhantes às da mulher, como aumento de apetite, problemas digestivos, intestinais, aumento de sono... Muitas vezes procura inteirar-se de todas as informações possíveis sobre a gravidez, parto e puerpério, como também de captar a cada instante os movimentos fetais, colocando a mão no ventre da parceira.
Outros homens excluem-se da relação, como se não pudessem ou devessem ter acesso à gravidez. Culturalmente, ainda se lhes encontra enraizado que a demonstração de ternura e os cuidados para com um bebê vão contra o conceito de masculinidade.
Outros, ainda, sentem-se incompreendidos e desamparados em suas angústias e ansiedades, pois também se percebem fragilizados, cheios de dúvidas e com medodo futuro e, sem ninguém para ouvi-los, uma vez que o ambiente mais próximopermanece voltado apenas para a gestante, saem em busca de amigos, ficandocada vez mais afastados do ambiente doméstico, e o que é pior : sofrendo sozinhos.
Mas a psicologia pré-natal, com seus estudos cada vez mais avançados, tem demonstrado claramente a importância para o feto do contato precoce com a figura paterna. Quanto mais cedo o vínculo é formado, tanto pelo contato físico no ventre da mulher quanto pela emissão de palavras, maiores benefícios emocionais trarão após o nascimento, pois o bebê necessita tanto dos cuidados maternos quanto dos paternos, visto ser receptivo e sensível a estes, principalmente se tiveram início na vida intra-uterina.
Como a criança já guarda lembranças na vida pré-natal e é capaz de retê-las, a ligação profunda e intensa pai-feto é essencial para o continuum do vínculo pós-nascimento. Este pai, então, deixa de ser mero provedor para compartilhar dos cuidados básicos com o bebê, bem como de sua educação e desenvolvimento físico-emocional.
Mas os limites de cada um devem ser respeitados. Há pais que por não conseguirem experienciar a troca de fraldas, assumem outras tarefas como dar banho, alimentar, levar a passear. Sendo assim, podem revezar com a mulher, deixando de sobrecarregá-la e de se sobrecarregar, ficando ambos mais disponíveis emocionalmente para o bebê. Além do contato com ele, o homem também tem uma função importante como companheiro, pois transmitindo amor e segurança à mulher, colaborará para que ela acolha mais intensamente seu próprio filho.
Muitos homens se decepcionam com a parceira e vice-versa, por não corresponderem ao ideal de pais que construíram, o que pode gerar novos conflitos ou romper um equilíbrio que já era frágil. Se as expectativas forem irreais, há de se refletir para encontrar um meio de reassegurar o bom entendimento, através de muita compreensão e de ajudas mútuas para sobrepujar as dificuldades que porventura surjam.
O reatamento das relações sexuais também são fonte de grande angústia do homem, visto ainda estar em estado regressivo. O temor de machucar a mulher ressurge com a mesma intensidade que na adolescência, o que causa grande insegurança na parceira por perceber este distanciamento como uma rejeição a si mesma.
Alguns homens se afastam da mulher por estarem ainda ressentidos pelo abandono sofrido durante todo o processo da gestação, o que lhes causou sentimentos de intenso ciúme e rivalidade para com o filho, tal como ocorrem quando nasce um irmão.
Outros, ainda, por sua história pessoal, modelos parentais ou culturais, vêem em suas parceiras apenas a imagem materna, o que tornam as relações sexuais inviáveis. Para outros, ao contrário, a parceira fica ainda mais sedutora, pois foi quem gestou seu filho, prova viva de sua virilidade.
A presença ou não do homem na sala de parto, é outra questão que surge e que depende do desejo e disponibilidade do futuro papai. Há homens que não se sentem à vontade para assistir o parto, pois além de revivenciarem a reatualização da angústia do próprio nascimento, teriam que suportar a culpa e responsabilidade, que muitas vezes surgem, ao se depararem com o que a parceira está vivenciando fisicamente. Outros assumem a tarefa sem dificuldade, funcionando como suporte emocional da mulher e de acolhimento ao bebê nesta sua vinda ao mundo aéreo.
Mas o direito de estar presente na sala de parto, não deve transformar-se em obrigação. Deve ser negociado entre o casal e decidido de comum acordo, o que é melhor para cada um.
Assim como a puérpera, o homem também experiencia a depressão pós-parto, temendo não ser capaz de assumir a nova família, de ser bom pai e, principalmente, temendo perder o lugar que tem junto à companheira, pois sabe que seu filho irá exigir toda sua atenção e cuidados nos primeiros meses.
Mas, essencialmente, o baby blues tem origem no trauma da angústia de separação da mãe e que se funda na cesura do cordão umbilical, no momento do próprio nascimento, que é reatualizado com profunda e intensa ansiedade.
De qualquer maneira, homem nenhum passa imune ao processo de gestação e do nascimento de um filho. Com a evolução dos estudos sobre a relação paterno-filial, desde a vida intra-uterina, muitos homens estão se conscientizando e assumindo a paternidade de modo mais responsável, valorizando a importância de sua participação na vinda e na vida de seus filhos.
Com isto, homens e mulheres poderão estabelecer vínculos mais solidários e sólidos, independentemente da sitiuação do vínculo afetivo, o que certamente irá produzir gerações futuras de crianças emocionalmente mais ajustadas, estáveis, seguras e, portanto, muito mais felizes.Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Psicóloga clínica
13 de set. de 2010
MANCHAS PELE E MANCHAS ROSTO : TRATAMENTO MANCHAS NA PELE
As manchas pele correspondem a quaisquer mudanças na cor normal de pele da pessoa e representam um verdadeiro tormento para homens e mulheres de qualquer idade, que buscam uma pele jovem e saudável . Infelizmente ainda não existe uma borracha mágica que simplesmente “apague” as manchas na pele, principalmente as manchas rosto. Exatamente por isso, as manchas pele estão entre as maiores preocupações das mulheres que vão ao dermatologista — ficando atrás apenas da acne e micose. Essa preocupação com as manchas pele é perfeitamente justificada, ja que elas podem aparecer mesmo em pacientes jovens, na faixa dos 20 anos, como manchas castanhas rosto, naqueles pacientes que abusam do sol ( melanoses solares). Garotas jovens que tomam pílula anticoncepcional podem notar o surgimento de manchas que geralmente marcam a maçã do rosto, testa ou buço por causa da ação dos hormônios (os melasmas). E quem nasceu com a pele morena pode perceber, de repente, uma nova mancha escura na pele depois de tomar uma picada de mosquito ou resultante da cicatrização de uma espinha bem inflamada. Até os 25 anos, existe maior homogeneidade da distribuição dos melanócitos, responsáveis pela produção do pigmento na pele. Depois disso, a cor do rosto começa a ficar irregular. Felizmente, a dermatologia estetica encontra-se bastante avançada, oferecendo diversos tratamentos para deixar a pele mais bonita e uniforme.Em sua consulta de avaliação, o dermatologista irá avaliar as caracteristicas da mancha apresentada, para determinar o melhor tipo de tratamento do seu caso, que podem incluir cremes, peelings, laser, etc. A formulação de cremes manipulados com substancias despigmentantes , que interferem no mecanismo de regulação da síntese da melanina , geralmente se constituem na primeira opção de tratamento . A formulação do creme dependerá do tipo de pele, profundidade da mancha e outros fatores individuais que são analisados pelo dermatologista em cada caso. Em algumas ocasiões, recebem corticóides para aumentar a eficiência das fórmulas. Os efeitos colaterais são descamação e pele levemente rosada. Eles devem ser aplicados de preferencia à noite. Entre as principais substancias despigmentantes utilizadas pelos dermatologistas temos:
1. Hidroquinona: Utilizada geralmente na concentração de 2 a 5%, é a substancia despigmentante mais utilizada, e tem a função de inibir a ação da tirosinase, uma enzima envolvida na produção de melanina. A hidroquinona pode ser usada por no máximo 9 meses, pois pode provocar irritação em quem tem pele sensível.
2. Ácido kójico: Substancia despigmentante derivada do arroz, promove um resultado mais leve. Pode ser associado ao Ácido Glicólico, aumentando seu poder clareador manchas pele.
3. Clarinskin II: Agente despigmentante extraído do gérmen do trigo que possui uma grande vantagem : é liberado para o uso em gestantes, vantagem raríssima no mundo dos cremes clareadores.
4. Idebenona: Essa substancia despigmentante possui efeito clareador tão forte quanto o da hidroquinona, porem sem tantas reações adversas.
5. Cosmocair C250 : Agente despigmentante que equilibra a sintese da melanina e regula a passagem desse melanina para as células da epiderme.
6. Nano White : Substancia que associa o despigmentante arbutin a outros ingredientes de efeito antioxidante, como as vitaminas C e E e a glutationa.
Outra arma da dermatologia estetica bastante eficiente para o combate as manchas no rosto é a realização de um peeling facial. O peeling é um tratamento estético feito por dermatologistas por meio de ácidos e outros cremes manipulados. Durante o processo de peeling ocorre uma destruição da camada superficial, média ou profunda da pele , que sofre uma descamação de suas camadas, eliminando células mortas e dando lugar a uma pele nova , livre de rugas, manchas, acne e outras imperfeições. Entre os agentes quimicos para peeling mais comuns temos : o Ácido Retinóico, o Ácido Salicílico, a Solução de Jessner, o Resorcinol e o Ácido Tricloroacético – TCA. O peeling superficial de ácido glicólico ou retinóico, é o peeling mais utilizado nos consultorios dermatologicos, ja que não interfere com as atividades sociais do paciente ( devido a baixa descamação ) e proporciona excelentes resultados no tratamento manchas pele, quando utilizado de forma seriada ( peelings semanais ou qunzenais ).

Como todo procedimento estético, os resultados proporcionados pela tratamento manchas pele são realmente compensadores para o paciente, desde que as expectativas a respeito do procedimento sejam realistas.
Depilação na Virilha - Passo a Passo
Várias mulheres sofrem muito na hora de realizar a depilação na virilha, principalmente quando a depiladora não tem a técnica, sem contar a ansiedade pelo resultado da depilação. Nesse artigo você vai saber como fazer uma depilação em casa e eliminar a penugem.
Confira o Passo a Passo para você fazer uma ótima depilação na virilha:
Passo 1
No chuveiro, deixe a água quente escorrer na virilha por três minutos. Ela funciona como um antiinflamatório e dilata os poros.

Passo 2
Espalhe creme de barbear ou os próprios para depilação na região e espere mais três minutos para os pêlos amolecerem. Evite sabonete, hidratante e condicionador – eles não são apropriados para esse fim e podem provocar alergia.

Passo 3
Use uma lâmina com cabeça móvel e passe-a no sentido dos pêlos. Assim, impede que eles encravem.

Passo 4
Para evitar infecções e inflamações, aplique uma pomada ou creme com corticóide e antibiótico assim que terminar o procedimento. Mas não é para recorrer a ela sempre, pois trata-se de uma medida de emergência. E mais: se for tomar sol logo em seguida, espere uns cinco minutos e passe um pano úmido no local para retirar o excesso do medicamento.
Confira o Passo a Passo para você fazer uma ótima depilação na virilha:
Passo 1
No chuveiro, deixe a água quente escorrer na virilha por três minutos. Ela funciona como um antiinflamatório e dilata os poros.

Passo 2
Espalhe creme de barbear ou os próprios para depilação na região e espere mais três minutos para os pêlos amolecerem. Evite sabonete, hidratante e condicionador – eles não são apropriados para esse fim e podem provocar alergia.

Passo 3
Use uma lâmina com cabeça móvel e passe-a no sentido dos pêlos. Assim, impede que eles encravem.

Passo 4
Para evitar infecções e inflamações, aplique uma pomada ou creme com corticóide e antibiótico assim que terminar o procedimento. Mas não é para recorrer a ela sempre, pois trata-se de uma medida de emergência. E mais: se for tomar sol logo em seguida, espere uns cinco minutos e passe um pano úmido no local para retirar o excesso do medicamento.
AXILAS
É no verão que elas ficam mais em evidência. Em geral, as axilas têm uma pele sensível, por isso, o risco de alergias e outros problemas são maiores, principalmente nessa época, quando a depilação é feita mais vezes e a transpiração aumenta mais.
Para evitar o mau cheiro no local, o mercado está repleto de produtos que prometem proteção prolongada, em até 72 horas. Publicidade
Segundo a dermatologista Bertha Tamura, doutora pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMU/USP), produtos com parabenos causam alergias, mas eles já não estão na maioria dos rótulos. Na dúvida entre o roll-on ou spray, a especialista diz que cada pessoa deve testar o que melhor se adapta a pele, lembrando que conforme a embalagem do desodorante roll-on, a possibilidade de contaminação é maior.
A respeito dos produtos que prometem reduzir o crescimento dos pelos ou mesmo clarear as axilas, Bertha enfatiza que não há nenhuma comprovação científica da eficácia destes desodorantes. "Os melhores clareadores são medicamentos, portanto, não podem estar presentes em spray ou roll-on", acrescenta. Se sua pele for muito sensível, prefira aqueles com menor nível de álcool e também os hipoalergênicos. Nunca passe o produto antes de dormir, pois o risco de ter nódulos e cistos aumentam.
Escolher o melhor método de depilação para as axilas é outro dilema que faz parte da rotina feminina. Quem costuma usar a lâmina deve pelo menos alternar os dias de aplicação e esfoliar a região uma vez por semana. Se as axilas ficarem avermelhadas após a depilação, o local pode escurecer devido a estimulação da melanina.
No caso da cera é importante não passar sabonetes, cremes ou produtos com álcool após a depilação, isso pode ajudar os pelos ficarem mais encravados. Segundo a esteticista Regina Jordão, a cera quente é responsável sim por manchar ou escurecer a pele na região. "As manchas escuras podem aparecer caso haja exposição ao sol sem o uso do protetor solar, após a depilação ou ainda se a cera quente for aplicada sobre algum tipo de lesão. A cera depilatória tira a camada de proteção da pele, deixando-a mais exposta e vulnerável", explica.
A dermatologista afirma que o laser (depilação definitiva) é a melhor forma de evitar a pele escurecida "desde que seja feito por pessoas experientes e bons aparelhos". Ele elimina não só o pelo através da raiz, como o bulbo também, assim a pele fica livre dos outros métodos e suas agressões.
No verão, muita gente começa a desenvolver forte odor na região. E se ele persistir, também com o uso de bons desodorantes, é preciso buscar ajuda médica. Bertha diz que ele pode estar ligado a vários fatores. "O dermatologista deverá investigar possíveis causas "internas" ou somente a região e, após esse diagnóstico, fazer o tratamento adequado, com uma limpeza adequada do local com antibióticos, antifúngicos, até alteração nos hábitos alimentares ou a inclusão de medicamentosos", finaliza.
5 de set. de 2010
PROGÉRIA
Colaborador : Ruy Barbosa Oliveira Neto
Cientistas franceses e norte-americanos descobriram uma mutação genética que seria a causa deste envelhecimento precoce em crianças. Segundo eles, o estudo pode levar ã descoberta da cura para a doença e também a novas pistas sobre as conseqüências do envelhecimento em pessoas sadias.
O Gene mutante defeituoso, chamado LMNA, ativa a produção de uma proteína, a Lamin A, que desestabiliza o núcleo celular, afetando todas as células do corpo, com exceção das cerebrais.
Normalmente o núcleo tem uma estrutura circular, certinha, por causa desse defeito genético, o núcleo forma bolhas, que causam a instabilidade e levam à morte das células.
O entendimento do funcionamento deste gene permitirá, não somente a cura para os casos de progeria, com também, compreender o que acontece no corpo humano conforme as pessoas ficam mais velhas.
Função da Lâmina A
A principal função da “lâmina A” parece ser na desmontagem e na nova formação do núcleo durante a mitose. O processo como um todo é controlado, como muitos outros processos reversíveis na célula, pela fosforilação e desfosforilação de proteínas nucleares pela ação de uma quinase específica, a Cdc2 quinase (quinase dependente de ciclina ou CDK), que é uma proteína reguladora crucial de todos os eucariotos superiores e extremamente conservada entre espécies, mesmo filogeneticamente afastadas.
A lâmina nuclear é uma malha bidimensional formada por proteínas filamentosas (as laminas nucleares), que integram os chamados filamentos intermediários. Juntamente com os microtúbulos e os microfilamentos (actina e miosina), os filamentos intermediários compõem o citoesqueleto e têm a função de prover força mecânica à célula.
Diferentemente dos microtúbulos e da actina, os filamentos intermediários deformam-se facilmente, mas são capazes de sustentar grandes tensões sem se romper.
A lâmina nuclear localiza-se subjacente à membrana nuclear interna do envoltório nuclear, fornecendo suporte estrutural para o núcleo. As laminas nucleares estão presentes nas células de mamíferos pelo menos sob 4 formas diferentes: lâminas A, B1, B2 e C. Elas encontram-se associadas com a membrana nuclear interna e com proteínas integrais da membrana nuclear interna e dos poros nucleares, o que auxilia na organização dos filamentos em uma rede. Além disso, a lâmina nuclear atua como um sítio de ligação da cromatina, que se encontra organizada em grandes alças de DNA. As lâminas podem mediar a interação de pelo menos algumas destas alças ao envoltório nuclear.
Durante a mitose, os cromossomas se condensam, o nucléolo desaparece e o envoltório nuclear se dissocia, causando a liberação dos componentes nucleares no citoplasma. Na maioria das células, essa desmontagem do envoltório nuclear marca o final da prófase e ocorre simultaneamente a um rompimento similar do retículo endoplasmático. As membranas nucleares fragmentam-se em vesículas, os complexos de poros nucleares dissociam-se e a lâmina nuclear despolimeriza-se.
Catalizada pela proteína quinase Cdc2, um regulador central da mitose, a fosforilação de todos os tipos de lâminas resulta na desmontagem da lâmina nuclear pela separação dos dímeros individuais destas proteínas. Simultaneamente, ocorre a fragmentação da membrana nuclear em vesículas, permanecendo as laminas tipo B associadas a estas vesículas. As laminas do tipo A e C são liberadas como dímeros livres no citosol.
Os complexos de poros nucleares também se dissociam em subunidades como resultado da fosforilação de várias proteínas do poro nuclear. Proteínas integrais da membrana nuclear também são fosforiladas na mitose, o que é importante tanto para a formação de vesículas, como para a dissociação da membrana nuclear dos cromossomas e da lâmina nuclear.
A progressão da metáfase para a anáfase envolve a ativação da ubiquitina, que inativa a Cdc2, degradando sua subunidade regulatória, a ciclina B. A inativação da Cdc2 resulta na defosforilação de todas as proteínas mencionadas anteriormente, na saída da mitose e na nova formação do núcleo interfásico. As vesículas formadas no fim da prófase ligam-se à superfície dos cromossomas, num processo mediado pelas laminas e por proteínas integrais da membrana nuclear interna. Ocorre, então, a fusão das vesículas e a formação de uma dupla membrana ao redor dos cromossomas, a união dos complexos de poros nucleares, a nova formação da lâmina nuclear e a descondensação dos cromossomas. Inicialmente, as vesículas formam membranas ao redor de cromossomas individuais, seguindo-se a fusão destas vesículas individuais para formar um núcleo único completo.
O processo de formação do envoltório nuclear exclui as moléculas citoplasmáticas do núcleo, que expande-se pela importação das mesmas proteínas nucleares que foram liberadas no citoplasma após a desmontagem do envoltório nuclear. O nucléolo se refaz com a descondensação dos cromossomas e a transcrição dos genes de RNAr , concluindo a formação do núcleo interfásico.
Referências:
Suzuki, D. T. et al. Introdução à genética. Ed. Guanabara koogan. 6 ed. 856p. 1998
Telomerase: The Imortalizing Enzime: Update on Geron Corporation. [on line]
24 de ago. de 2010
...è por que ela creceu e não percebemos.
E chega o dia em que ela cresceu. Esplendorosa, bela,adulta e enevitável.!
Cresceu de nossos braços por mais que a carregamos e ninamos, por mais que seja(pra nós) uma criança,um bebê num sono pesado num carrinho no canto da casa.Bochechas rosadas, olhos claros que viajavam desde pequenina para dentro do mundo.
Doce como um canto que embala,
Forte como a rocha cravada ao chão.
E então, saiu do colo, abriu os braços como quem abraça o mundo,numa coragem sem medida,numa angústia que só a partida poderá dizer.
Ah! pobre de nós que a vemos caminhando tão rapidamente para a vida adulta.E nada podemos fazer.
Só a certeza de estarmos juntos em pensamento,na torcida enlouquecida de que seus horizontes hão de se expandir, e será feliz.
Net, telefone,cartas escritas,fotos,webcans,passagens de ida e volta é o que carregamos agora,na certeza de sabermos que distante estará só seu cheirinho de bebê que ela exala.
Vá, minha princesa de olhos claros e pele rosada.
Ganhe o mundo,deixe de engatinhar,e quando voltar nos ensine a sermos forte o suficientes para encararmos a vida.
Esta é a maior lição que vc nos deu: Saber o que quer, por que quer, e seguir.
Seja tudo que queiras ser, mas principalmente, sejas feliz.....
Com amor,sem medidas...
Tia Sandra.
Com amor,sem medidas...
Tia Sandra.
DANÇA NA IDADE ADULTA
Dança na idade adulta. Imagine uma atividade física capaz de deixar você em forma e trabalhar a consciência corporal sem ser maçante ou repetitiva. A dança, antes restrita a crianças e profissionais, vem conquistando uma parcela da população que busca uma forma de fugir do estresse e, de quebra, perder os quilinhos a mais. Balé, jazz, sapateado, dança de salão, contemporânea e do ventre: diante de tantas opções, a parte mais difícil vai ser escolher uma só.
Antes de tudo, o fundamental é entender que não existe idade para dar os primeiros passos, como garante Zélia Monteiro, professora do curso de Comunicação das Artes do Corpo da PUC de São Paulo. "É possível, sim, começar a dança na idade adulta. É claro que não para ser um bailarino clássico. Se for esse o objetivo, o ideal é que comece ainda quando criança, época em que a flexibilidade é maior. No entanto, como um exercício de alinhamento do corpo, não tem idade limite", explica.
relacionamentos
Quando nos relacionamos com alguém estamos na verdade trocando com o outro. Trocamos carinho, contato, palavras, experiências, afeto. Trocamos também energia, formando vínculos ou ganchos invisíveis com o outro. Um relacionamento é feito por duas pessoas que criam uma energia única e moldam a relação. Mas antes disso acontecer, existe algo importante que devemos tomar consciência: atraímos para a nossa vida pessoas com energias compatíveis com a nossa. Aliás, assim é com tudo na vida. Funcionamos como um rádio que, ao sintonizar determinada frequência, toca certa música.
As coisas que acontecem em nossa vida, nós atraímos. O mesmo vale para as nossas relações. Isso fica fácil notar quando observamos atentamente o perfil de todos aqueles com quem já nos relacionamos e identificamos traços comuns. Ou quando olhamos com sinceridade para as crenças que temos sobre relacionamento e amor e vemos que de fato nossas relações afetivas estão em sintonia com elas. Por isso, se estamos infelizes por atrair sempre o mesmo tipo de relação ou por não termos sorte nesta área, o primeiro passo é sempre olhar para si mesma.
Veja quais crenças e pensamentos que alimenta em relação ao amor e as relações e o que gostaria de fato de atrair para você. Tenha certeza que muito ou quase tudo de suas relações está baseado nesse sistema de crenças que possui. Além disso, deve prestar mais atenção em si mesma, suas necessidades, desejos, vontades e ser muito sincera ao fazer isso, para que perceba que sinais são emitidos para o universo e o que recebe de volta.
Há também a necessidade de perceber o valor que dá a si mesma. Isso sem dúvida interfere nos relacionamentos que atrai. Com certeza quem tem maior autoestima atrai pessoas mais dispostas a amá-la e oferecer amor e afeto.
Vínculos e sintonia
Estabelecido o relacionamento, fortalecemos os vínculos e ganchos que nos atraíram ao captar a sintonia e frequência do outro. Além destes iniciais, vamos formando outros ganchos que ficam mais fortes conforme o tempo passa. Alguns são positivos, outros negativos. Alguns são mentais, ligados ao que pensamos e achamos sobre o outro e o outro de nós. Outros são emocionais, estão relacionados ao que sentimos pelo outro e o que o outro sente por nós. Todos estes ganchos influenciam na relação e também em nós e em nossa vida como um todo.
Estamos ligados ao outro por fios invisíveis que nos ligam e nos influenciam. Ruppet Sheldrake chama estes fios de elásticos e mostra em seus estudos que uma pequena mudança em um lado reflete muito no outro. Ele diz, por exemplo, que a telepatia entre casais tem a ver com esses elásticos que conectam as duas pessoas. Um de seus exemplos é que quando algo de ruim acontece com uma das pessoas, se o vínculo é forte o outro sente ainda que à distância.
O mesmo vale para tudo que enviamos diretamente para o outro, que pode captar vibrações de amor, de raiva ou de qualquer outro sentimento ou pensamento que temos a seu respeito. Assim, muitas das ações de um podem ser reações às energias enviadas pelo outro. Isso significa que, quando desejamos uma mudança em nosso relacionamento, em geral basta mudarmos nossa vibração, nossas crenças, nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. Automaticamente o outro tende a mudar.
Quando a sintonia deixa de existir, o outro pode simplesmente se afastar. Se isso acontece é porque não há mais ressonância, tampouco sentimentos ou vínculos fortes que unam os dois. É comum, por exemplo, que em um trabalho de autoconhecimento as relações passem por mudanças. Isso é uma consequência de um processo individual, que altera o vínculo energético e reflete na relação. Assim, uma relação pode se fortalecer ou se desfazer quando um dos dois decide mudar.
Mas o fato é que quanto mais em sintonia com nossa própria essência estivermos e quanto mais gostarmos de nós mesmos, certamente atrairemos relações mais saudáveis e que tornam nossa vida muito mais feliz. Por isso, o caminho para um relacionamento melhor deve sempre começar por uma autoavaliação muito sincera e consciente, que vise
As coisas que acontecem em nossa vida, nós atraímos. O mesmo vale para as nossas relações. Isso fica fácil notar quando observamos atentamente o perfil de todos aqueles com quem já nos relacionamos e identificamos traços comuns. Ou quando olhamos com sinceridade para as crenças que temos sobre relacionamento e amor e vemos que de fato nossas relações afetivas estão em sintonia com elas. Por isso, se estamos infelizes por atrair sempre o mesmo tipo de relação ou por não termos sorte nesta área, o primeiro passo é sempre olhar para si mesma.
Veja quais crenças e pensamentos que alimenta em relação ao amor e as relações e o que gostaria de fato de atrair para você. Tenha certeza que muito ou quase tudo de suas relações está baseado nesse sistema de crenças que possui. Além disso, deve prestar mais atenção em si mesma, suas necessidades, desejos, vontades e ser muito sincera ao fazer isso, para que perceba que sinais são emitidos para o universo e o que recebe de volta.
Há também a necessidade de perceber o valor que dá a si mesma. Isso sem dúvida interfere nos relacionamentos que atrai. Com certeza quem tem maior autoestima atrai pessoas mais dispostas a amá-la e oferecer amor e afeto.
Vínculos e sintonia
Estabelecido o relacionamento, fortalecemos os vínculos e ganchos que nos atraíram ao captar a sintonia e frequência do outro. Além destes iniciais, vamos formando outros ganchos que ficam mais fortes conforme o tempo passa. Alguns são positivos, outros negativos. Alguns são mentais, ligados ao que pensamos e achamos sobre o outro e o outro de nós. Outros são emocionais, estão relacionados ao que sentimos pelo outro e o que o outro sente por nós. Todos estes ganchos influenciam na relação e também em nós e em nossa vida como um todo.
Estamos ligados ao outro por fios invisíveis que nos ligam e nos influenciam. Ruppet Sheldrake chama estes fios de elásticos e mostra em seus estudos que uma pequena mudança em um lado reflete muito no outro. Ele diz, por exemplo, que a telepatia entre casais tem a ver com esses elásticos que conectam as duas pessoas. Um de seus exemplos é que quando algo de ruim acontece com uma das pessoas, se o vínculo é forte o outro sente ainda que à distância.
O mesmo vale para tudo que enviamos diretamente para o outro, que pode captar vibrações de amor, de raiva ou de qualquer outro sentimento ou pensamento que temos a seu respeito. Assim, muitas das ações de um podem ser reações às energias enviadas pelo outro. Isso significa que, quando desejamos uma mudança em nosso relacionamento, em geral basta mudarmos nossa vibração, nossas crenças, nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. Automaticamente o outro tende a mudar.
Quando a sintonia deixa de existir, o outro pode simplesmente se afastar. Se isso acontece é porque não há mais ressonância, tampouco sentimentos ou vínculos fortes que unam os dois. É comum, por exemplo, que em um trabalho de autoconhecimento as relações passem por mudanças. Isso é uma consequência de um processo individual, que altera o vínculo energético e reflete na relação. Assim, uma relação pode se fortalecer ou se desfazer quando um dos dois decide mudar.
Mas o fato é que quanto mais em sintonia com nossa própria essência estivermos e quanto mais gostarmos de nós mesmos, certamente atrairemos relações mais saudáveis e que tornam nossa vida muito mais feliz. Por isso, o caminho para um relacionamento melhor deve sempre começar por uma autoavaliação muito sincera e consciente, que vise
celulite
Quando o assunto é celulite, todo mundo vira cientista: as pessoas têm sempre na ponta da língua uma teoria para explicar os furinhos na pele. Algumas, aparentemente mirabolantes, são verdadeiras. Outras, supostamente científicas, não passam de crendices. Beber bastante água ajuda a eliminar o problema? Só mulheres acima do peso são atingidas? Sucos de fruta são um remédio eficaz? Ficar sentada pode piorar a celulite? Roupas apertadas são um agravante?
Para responder essas e outras questões, consultamos especialistas que vão revelar os 30 mitos e verdades sobre o mais conhecido - e temido! - problema feminino.
Para responder essas e outras questões, consultamos especialistas que vão revelar os 30 mitos e verdades sobre o mais conhecido - e temido! - problema feminino.
VERDADE: Beber bastante água é uma arma contra a celulite. Isso é o que dizem os especialistas da Dermage.
MITO: Apenas mulheres acima do peso têm celulite. O problema pode ou não estar associado à obesidade. No entanto, com o aumento do peso, ela aparece mais, já que o aumento das células gordurosas acentua o repuxamento das fibras.
VERDADE: Bebidas com gás podem contribuir para o surgimento da celulite. Para a dermatologista Roberta Bibas, os refrigerantes contêm muito sódio (inclusive os diet) e, por isso, geram retenção de líquido no organismo, o que produz inchaço e colabora para o aparecimento do problema. Mas há quem discorde. O Dr. Marcelo Bellini, da Clínica Corpo em Evidência, explica que o gás carbônico presente na água com gás, que não contém sódio, não provoca celulite. Caso contrário, não se utilizaria a carboxiterapia para tratamento do mal.
MITO: Pior do que está não fica. Quando o acúmulo de gordura ocorre de forma excessiva, pode comprimir vasos sanguíneos e linfáticos levando à formação de edema (inchaço) e fibrose. Nesta situação, a celulite se torna mais grave, formando áreas endurecidas e nodulares. Em alguns casos, ocorre inflamação e dor local.
VERDADE: Drenagem linfática é um bom remédio. O procedimento ajuda a reduzir a quantidade de líquido entre as células e os septos, reduzindo o edema.
MITO: Os cremes anticelulite penetram profundamente na pele. Roberta Bibas esclarece que a celulite é uma alteração subcutânea, localizada abaixo da pele, na camada de gordura, área onde cremes não conseguem penetrar tão profundamente. "O que vemos é uma melhora na textura da pele. O resultado é uma pele mais hidratada e lisinha, mas os furinhos continuam iguais", acredita a dermatologista.
VERDADE: O Velashape ajuda a amenizar o problema. A dermatologista Roberta Bibas reforça que esse é o primeiro aparelho aprovado pelo FDA para tratamento de celulite. Consiste em uma massagem mecânica aliada à radiofrequência, agindo diretamente na flacidez. O aparelho estimula os fibroblastos a produzirem mais colágeno, reduzindo o tamanho dos adipócitos e melhorando o aspecto de casca de laranja.
MITO: O consumo de sal não interfere no aparecimento das depressões. A nutricionista da rede Mundo Verde, Flávia Morais, afirma que um passo importantíssimo para tratar a celulite é reduzir o consumo de sódio, causador de retenção hídrica, que pode agravar o quadro. Portanto, é aconselhável diminuir o consumo de sal, enlatados, alimentos em conservas, embutidos e alimentos industrializados. Trocar o sal comum pelo sal light, que tem 50% menos sódio em sua composição, é outra alternativa. Na hora de preparar os alimentos, devem-se preferir temperos naturais, como orégano, salsa, cebolinha, manjericão e açafrão que, além de mais sabor, possuem também antioxidantes.
VERDADE: O ácido hialurônico é um agente importante no combate à celulite. A dermatologista Eliandre Costa Palermo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), esclarece que géis como Esthélis e Fortelis, distribuídos no Brasil pela Dermalis, são aplicados nos lugares de irregularidades para preenchimento das depressões da celulite. A aplicação da substância é indicada para inflamação de grau leve a moderado, mas com pequeno número de depressões, mesmo que profundas. Não é recomendado para aquela celulite grau 1, que não forma depressão, nem para a de grau 3, que tem muitas depressões.
MITO: Não adianta fazer esfoliação. Flávia Morais explica que é exatamente o contrário: adianta sim. Para que os cremes de tratamento tenham melhor penetração e efeito, a pele deve ser preparada para recebê-los. Portanto, usar uma bucha vegetal no banho e fazer uma esfoliação uma vez por semana ajuda a reduzir a celulite. Uma dica é misturar farelo de aveia ao azeite de oliva e aplicar na pele, em movimentos suaves e circulares. Essa esfoliação contribuirá para a remoção das células mortas e melhorará a absorção dos cremes de tratamento.
ALMOFADAS
Almofadas
O espírito do dono da casa se traduz nos detalhes. Que tal então unir aquela gostosa sensação de aconchego com uma pitada de bossa? Na sala, na copa, no quarto, no chão. Os ambientes mais especiais do lar doce lar definitivamente merecem belas almofadas. Afinal, nada melhor do que nos refestelarmos com todo o charme do mundo.
Experimente misturar estampas e formatos. Aposte nos modelos bordados com dizeres e frases fofas, nos com fotos de artistas como Marlyn Monroe e Beatles ou nos modelos de formato inusitado como a zebra e o pássaro que podem fazer a maior vista displicentemente jogadas entre as outras. Em tempo: uma combinação de almofadas espalhadas pelo chão é capaz de transformar aquele cantinho esquecido da casa no melhor lugar para uma pausa, bate papo sem pressa ou leitura.
Outra opção é dar vida nova às almofadas antigas. Garimpe tecidos coloridos e de estamparias e padronagens diversas. Daí, basta costurar algumas capas de acordo com o tamanho daquelas almofadas "sem graça" que você tem em casa e pronto (!). Para completar, incremente as novas capas com botões em estilo vintage. O mix de almofadas deixa qualquer ambiente bacaninha toda vida - e é puro charme. Inspire-se!
O espírito do dono da casa se traduz nos detalhes. Que tal então unir aquela gostosa sensação de aconchego com uma pitada de bossa? Na sala, na copa, no quarto, no chão. Os ambientes mais especiais do lar doce lar definitivamente merecem belas almofadas. Afinal, nada melhor do que nos refestelarmos com todo o charme do mundo.
Experimente misturar estampas e formatos. Aposte nos modelos bordados com dizeres e frases fofas, nos com fotos de artistas como Marlyn Monroe e Beatles ou nos modelos de formato inusitado como a zebra e o pássaro que podem fazer a maior vista displicentemente jogadas entre as outras. Em tempo: uma combinação de almofadas espalhadas pelo chão é capaz de transformar aquele cantinho esquecido da casa no melhor lugar para uma pausa, bate papo sem pressa ou leitura.
Outra opção é dar vida nova às almofadas antigas. Garimpe tecidos coloridos e de estamparias e padronagens diversas. Daí, basta costurar algumas capas de acordo com o tamanho daquelas almofadas "sem graça" que você tem em casa e pronto (!). Para completar, incremente as novas capas com botões em estilo vintage. O mix de almofadas deixa qualquer ambiente bacaninha toda vida - e é puro charme. Inspire-se!
Terapia Floral para noivas
Terapia floral para noivas A data do casamento pode ser o momento mais esperado de um relacionamento amoroso, mas principalmente para a noiva significa o início de uma longa jornada de preparativos, resoluções e muito estresse. Com tantas coisas para se preocupar, cerimônia, vestido, festa, lua de mel, enxoval e a expectativa de que tudo aconteça de maneira perfeita, é natural que as emoções fiquem um pouco desequilibradas.
As essências florais podem ser de grande ajuda para amenizar e harmonizar esse turbilhão emocional enfrentado durante o período que antecede o casamento, mantendo as noivas tranquilas para que possam curtir cada momento com prazer e alegria, mesmo que aborrecimentos e contratempos apareçam vez ou outra.
Veja AQUI situações em que os florais podem ser úteis
Veja AQUI situações em que os florais podem ser úteis
Leia também:
- Florais para a libido - Falta de desejo sexual, apatia, indisposição... Florais podem ajudar!
- Florais contra o ciúmes - Duas essências tratam estados emocionais e podem ajudar você, conheça.
- Florais para bebês - Eles prometem eliminar cólicas, inquietação e ansiedade naturalmente.
Drenagem Linfátic
. Drenagem LinfáticaInês Machado Drenagem é uma técnica de massagem desenvolvida pelo Terapeuta Vodder, nos anos 30, com o objetivo de tratar afecções crônicas das vias respiratórias superiores. Percebendo que seus pacientes sofriam de retenção de líquidos e apresentavam alterações nos gânglios linfáticos, Vodder começou tratá-los com massagens que estimulavam seus gânglios. A principal finalidade é esvaziar os líquidos e resíduos metabólicos e estimular a circulação linfática, através de massagens nas vias linfáticas e nos linfonodos. Com a Drenagem Linfática os líquidos entre os tecidos são devolvidos ao sangue pela corrente linfática. Os movimentos são suaves e precisos. A Drenagem tem aplicação em vários tipos de edemas, estimula a regeneração dos tecidos e tem aplicação no tratamento da celulite, pela eliminação de líquidos. Drenagem Linfática Facial Com o tempo a pele pode apresentar linhas de expressão, pequenos sulcos, enfraquecimento da musculatura e a Drenagem Linfática Facial, visa a eliminação de líquidos, regenera os tecidos pré e pós-operatório. Movimentos suaves de 30 min deixa seu rosto relaxado e você mais tranquila. Tem ação relaxante e tranquilizante. Para rejuvenecimento são necessárias 10 sessões. Contra-indicação: gestantes e pessoas com tumores e Câncer. |
ADOÇÃO
Adotar uma criança é uma decisão muito importante, que quando bem orientada e planejada, traz alegria para pais que não podem ter seus próprios filhos biológicos e para a criança que precisa de uma família. Mas passada essa fase que antecede a adoção, na qual o casal lida com suas dúvidas, incertezas, mitos e preconceitos, logo se deparam com uma difícil questão: quando a criança deverá saber que é adotada?
O quanto antes melhor, mesmo que aparentemente a criança não compreenda o significado das palavras. É importante falar as palavras "adoção", "adotado", "adotivo" porque ela irá escutar e mais tarde entenderá o seu significado. A criança, com o tempo, perguntará de onde ela veio. Os pais devem explicar que ela nasceu de um pai e de uma mãe que não puderam cuidar dela, e que esses são seus "pais de nascimento".
Os pais precisam contar que são os “pais de criação” ou “pais de coração”. Eles devem sempre ser os primeiros a falar com os filhos sobre o assunto da adoção e tentar fazer isso de forma tranqüila, segura e confiante, desde o momento que a criança chega a fazer parte da família.
A experiência mostra que a verdade, de alguma forma, já é sabida pela criança e ela pede essa confirmação o tempo todo, através de atitudes e comportamentos.
Manter a adoção como segredo por toda vida é muito difícil e sofrido, especialmente para os pais. Além disso, existe sempre a possibilidade da criança ficar sabendo sem querer, por outras pessoas que não sejam os pais. Quando ela descobre dessa forma poderá surgir um sentimento de traição por achar que foi enganada, de tal modo que perca a confiança nos pais.
Os pais vivem o fantasma de serem rejeitados e abandonados caso a verdade sobre a adoção seja revelada, e o que se percebe é que, após o tempo necessário da acomodação das emoções, os laços entre eles se fazem por um arranjo muito mais forte de amizade, amor e confiança.
A opinião de terapeutas, psicólogos e especialistas no assunto são praticamente unânimes: a criança tem o direito de conhecer a história de sua vida. O ideal é que o assunto seja tratado o mais cedo possível, de forma verdadeira e natural.
Segundo a psicóloga Lídia Weber, quando ocorre uma revelação tardia ou inadequada, os riscos para uma disfunção familiar são muito sérios. "Crianças que sabem após os seis anos ou através de terceiros, que não seus pais adotivos, sofrem muito e sentem-se traídos, além de passar a sentir vergonha de sua situação, pois pensam que se é uma coisa tão boa, porque os pais esconderam todo esse tempo? Contar e recontar para a criança é a primeira regra ética da adoção!", garante a doutora.
O quanto antes melhor, mesmo que aparentemente a criança não compreenda o significado das palavras. É importante falar as palavras "adoção", "adotado", "adotivo" porque ela irá escutar e mais tarde entenderá o seu significado. A criança, com o tempo, perguntará de onde ela veio. Os pais devem explicar que ela nasceu de um pai e de uma mãe que não puderam cuidar dela, e que esses são seus "pais de nascimento".
Os pais precisam contar que são os “pais de criação” ou “pais de coração”. Eles devem sempre ser os primeiros a falar com os filhos sobre o assunto da adoção e tentar fazer isso de forma tranqüila, segura e confiante, desde o momento que a criança chega a fazer parte da família.
A experiência mostra que a verdade, de alguma forma, já é sabida pela criança e ela pede essa confirmação o tempo todo, através de atitudes e comportamentos.
Manter a adoção como segredo por toda vida é muito difícil e sofrido, especialmente para os pais. Além disso, existe sempre a possibilidade da criança ficar sabendo sem querer, por outras pessoas que não sejam os pais. Quando ela descobre dessa forma poderá surgir um sentimento de traição por achar que foi enganada, de tal modo que perca a confiança nos pais.
Os pais vivem o fantasma de serem rejeitados e abandonados caso a verdade sobre a adoção seja revelada, e o que se percebe é que, após o tempo necessário da acomodação das emoções, os laços entre eles se fazem por um arranjo muito mais forte de amizade, amor e confiança.
A opinião de terapeutas, psicólogos e especialistas no assunto são praticamente unânimes: a criança tem o direito de conhecer a história de sua vida. O ideal é que o assunto seja tratado o mais cedo possível, de forma verdadeira e natural.
Segundo a psicóloga Lídia Weber, quando ocorre uma revelação tardia ou inadequada, os riscos para uma disfunção familiar são muito sérios. "Crianças que sabem após os seis anos ou através de terceiros, que não seus pais adotivos, sofrem muito e sentem-se traídos, além de passar a sentir vergonha de sua situação, pois pensam que se é uma coisa tão boa, porque os pais esconderam todo esse tempo? Contar e recontar para a criança é a primeira regra ética da adoção!", garante a doutora.
Como e quando contar ao seu filho sobre a adoção?
Em primeiro lugar, gostaria de ressaltar que cada criança é diferente da outra, assim como cada família. Desta forma, não há como obter uma resposta padrão para essa pergunta.É importante que os próprios pais possam ir sentindo o momento ideal. Uma grande dica para tal é tentar introduzir o assunto a partir de perguntas formuladas pela própria criança. Então, no momento em que a criança começar a formular perguntas do tipo: "Mamãe / papai ! como eu nasci?" ela estará dando um sinal de que vai ter respaldo de seu mundo interno para "compreender" o que lhe for explicado.
Sobre este "compreender" acho muito importante enfatizar que a linguagem e a forma de contar sobre a adoção para uma criança deve ser apropriada para a sua idade para que realmente haja compreensão e para que esta não seja traumática (quando a criança recebe uma informação em quantidade e qualidade incompatível para a sua idade).
A criança apreende o mundo de uma forma diferente do adulto, até porque seu potencial cognitivo ainda não foi totalmente desenvolvido. Portanto, procure falar com o seu filho da maneira mais próxima da sua compreensão, mostrando-lhe claramente o quanto você desejou e esperou a sua vinda ao mundo. Afinal, a adoção é um grande ato de amor. Não será bonito e saudável contar para o seu filho sobre essa história?
Fonte: guiadobebe.uol.com.br
Cólica Menstrual ou Dismenorréia
Cólica menstrual é o sintoma normal que acompanha a menstruação.
Também é chamada de dismenorréia e afeta 50% das mulheres em idade fertil.
Juntamente com a Tensão Pré-Menstrual é uma das principais queixas das mulheres, responsável por perda de dias inteiros de estudo ou trabalho.
Ao contrário do que se pensava antigamente a cólica menstrual tem tratamentos muito eficazes que melhoram muito a qualidade de vida da mulher nestes dias.
Sintomas da Cólica Menstrual
O principal sintoma é a dor no baixo ventre ou na barriga e em algumas mulheres a dor parece vir das costas para a frente.É uma dor em cólica ou seja vai e volta.
Costuma aparecer algumas horas antes ou junto com a menstruação.
Geralmente toda a região do abdomem fica dolorida e pode ser acompanhada de sintomas gerais como:
1. Enjoos 2. Diarréia 3. Vômitos 4. Cansaço 5. Dor de cabeça 6. Nervosismo 7. Vertigem e até mesmo desmaios.
Dismenorréia Primária
É a cólica normal ou fisiológica e atinge perto de 50 % das mulheres.Costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.
Para se entender o mecanismo da cólica é preciso entender o que é a menstruação.
A menstruação é a limpeza da camada interna do útero que foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma gravidez.
O organismo feminino para evitar uma perda excessiva de sangue que acompanha esta limpeza faz com que o útero se contraia.
Quem realiza este processo é uma substância chamada prostaglandina que também é responsável pela dor.
Portanto a Dismenorréia Primária é uma condição normal do ciclo menstrual de algumas mulheres.
Dismenorréia Secundária
Já na dismenorréia secundária existe uma causa para a dor. Uma característica é que ela não aparece logo após o início da menstruação mas geralmente após alguns anos ou após algum fato.Entre as causas mais comuns de dismenorréia secundária estão:
1. Alterações nos ovários. 2. Alterações no útero. 3. Endometriose. 4. Hímen sem orifício para sair a menstruação. 5. Uso de Diu. 6. Miomas. 7. Malformações Uterinas. 8. Doença Inflamatória Pélvica.
É imprescindivel a consulta a um(a) médico(a) ginecologista para estabelecer a causa da dor e o tratamento.
Tratamento
O tratamento da dismenorréia primária é a base de antiinflamatórios não-esteróides (AINEs). Estes medicamentos bloqueiam as prostaglandinas e portanto bloqueiam a dor.É muito importante que eles sejam tomados logo ao primeiro sinal de menstruação ou dor, o que vier primeiro, para evitar a formação das prostaglandinas.
Apesar de muitos eficazes, alguns grupos de antiinflamatórios podem atacar o estômago e intestinos mas já existem grupos onde este efeito é minimizado.
No caso da dismenorréia secundária também os (AINEs) podem ser utilizados, mas é importante que a causa da cólica seja estabelecida para se fazer o tratamento eficaz.
Uma medicação que também pode ser usada é a pílula anticoncepcional.
Fonte: www.gineco.com.br
Fibras para o seu Intestino!
As fibras alimentares têm ocupado uma posição de destaque devido aos resultados divulgados em estudos científicos recentes que demonstram a ação benéfica desses nutrientes no organismo e, a relação entre o seu consumo em quantidades adequadas e a prevenção de doenças.
Um dado preocupante, quando se analisa o hábito alimentar da população brasileira, é que em geral, verifica-se uma baixa ingestão de alimentos fontes de fibras, principalmente nos grandes centros urbanos onde a correria do dia-a-dia influencia de forma negativa no estilo de vida das pessoas contribuindo para o maior consumo de produtos refinados, menor freqüência de alimentos naturais na dieta e a substituição de refeições caseiras por lanches rápidos, na maioria das vezes gordurosos e desbalanceados.
A presença de fibras em quantidades insuficientes na alimentação, por um período longo de tempo, pode contribuir para o aparecimento de doenças crônicas, como: constipação ou obstipação intestinal ("prisão de ventre"), doenças cardiovasculares e câncer de intestino. O aumento na ocorrência das doenças citadas justifica a importância de se atingir a recomendação diária de fibras (25 a 30 gramas para um adulto saudável) com o objetivo de reduzir os riscos de desenvolver tais patologias.
As indústrias de alimentos, aproveitando a oportunidade, invadiu as prateleiras dos supermercados com vários produtos enriquecidos em fibras, visando atender à demanda crescente de indivíduos interessados em resgatar hábitos saudáveis. Ao se deparar com um número grande de produtos, é comum surgirem dúvidas, como: O que escolher? Por que devo aumentar a ingestão de fibras na alimentação? Como posso obter a quantidade diária de fibras recomendada através do consumo de alimentos naturais?
Para você entender melhor o assunto, vamos começar com a definição de fibras! As fibras alimentares são componentes das paredes dos vegetais, não digeridos pelas enzimas do sistema digestivo humano, portanto não fornecem calorias. Esses nutrientes pertencem ao grupo dos carboidratos, encaixando-se na categoria dos polissacarídeos (carboidratos complexos).
Veja na tabela abaixo, um resumo que traz os tipos de fibras, as melhores fontes alimentares e suas principais ações no organismo:
Entretanto, apesar da ação benéfica das fibras no organismo, altas doses é desaconselhável, pois o excesso pode interferir negativamente na absorção de minerais, especialmente na de cálcio e de zinco.
Para aumentar o consumo de fibras, inclua gradativamente em sua dieta, as fontes alimentares mencionadas nas tabelas. Lembre-se também de ingerir maior volume de líquidos (8 a 10 copos por dia), permitindo assim que as fibras desempenhem melhor seu papel e que o sistema digestivo se adapte à nova situação.
Um dado preocupante, quando se analisa o hábito alimentar da população brasileira, é que em geral, verifica-se uma baixa ingestão de alimentos fontes de fibras, principalmente nos grandes centros urbanos onde a correria do dia-a-dia influencia de forma negativa no estilo de vida das pessoas contribuindo para o maior consumo de produtos refinados, menor freqüência de alimentos naturais na dieta e a substituição de refeições caseiras por lanches rápidos, na maioria das vezes gordurosos e desbalanceados.
A presença de fibras em quantidades insuficientes na alimentação, por um período longo de tempo, pode contribuir para o aparecimento de doenças crônicas, como: constipação ou obstipação intestinal ("prisão de ventre"), doenças cardiovasculares e câncer de intestino. O aumento na ocorrência das doenças citadas justifica a importância de se atingir a recomendação diária de fibras (25 a 30 gramas para um adulto saudável) com o objetivo de reduzir os riscos de desenvolver tais patologias.
As indústrias de alimentos, aproveitando a oportunidade, invadiu as prateleiras dos supermercados com vários produtos enriquecidos em fibras, visando atender à demanda crescente de indivíduos interessados em resgatar hábitos saudáveis. Ao se deparar com um número grande de produtos, é comum surgirem dúvidas, como: O que escolher? Por que devo aumentar a ingestão de fibras na alimentação? Como posso obter a quantidade diária de fibras recomendada através do consumo de alimentos naturais?
Para você entender melhor o assunto, vamos começar com a definição de fibras! As fibras alimentares são componentes das paredes dos vegetais, não digeridos pelas enzimas do sistema digestivo humano, portanto não fornecem calorias. Esses nutrientes pertencem ao grupo dos carboidratos, encaixando-se na categoria dos polissacarídeos (carboidratos complexos).
Veja na tabela abaixo, um resumo que traz os tipos de fibras, as melhores fontes alimentares e suas principais ações no organismo:
| Classificação | Tipos | Fontes | Ações |
|---|---|---|---|
| Fibras Solúveis | Pectina Gomas Mucilagem Beta glucana Hemiceluloses (algumas) | Frutas Verduras Aveia Cevada Leguminosas (feijão, lentilha, soja, grão de bico) | · Retardo na absorção de glicose · Redução no esvaziamento gástrico (maior saciedade) · Diminuição dos níveis de colesterol sangüíneo · Proteção contra o câncer de intestino |
| Fibras Insolúveis | Lignina Celulose Hemiceluloses (maioria) | Verduras Farelo de trigo Cereais integrais (arroz, pão, torrada) | · Aumento do bolo fecal · Estímulo ao bom funcionamento intestinal · Prevenção de constipação intestinal |
Para aumentar o consumo de fibras, inclua gradativamente em sua dieta, as fontes alimentares mencionadas nas tabelas. Lembre-se também de ingerir maior volume de líquidos (8 a 10 copos por dia), permitindo assim que as fibras desempenhem melhor seu papel e que o sistema digestivo se adapte à nova situação.
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